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28 setembro 2021

A importancia da Restinga...


 Muito se fala da RESTINGA, mas poucos sabem o valor "daquele matinho" nas nossas praias.

Então, vai um texto que explica o porquê temos que proteger nossa restinga.
Onde, além das tartarugas que depositam seus ovos em algumas praias, temos as nossas corujas buraqueiras que fazem seus ninhos.
A IMPORTÂNCIA DA RESTINGA
A vegetação de restinga tem o importantíssimo ⏩papel de fixar areia e dunas e impedir assim a erosão das nossas praias.⏪
‼️A RESTINGA protege as praias e as dunas:
Já viram como o mar entra na praia e para onde começa a nossa “salsa”? E como ele avança e lambe a areia, derrubando tudo o que encontra pela frente, cercas, muros, etc, quando essa vegetação rasteira e arbustiva é retirada?
A RESTINGA é um ecossistema costeiro que faz parte do Bioma da Floresta Atlântica (ou Mata Atlântica), abrigando até mesmo espécies ameaçadas de extinção. Contém várias plantas que são utilizadas pelo homem na alimentação, medicina e ornamentação.
A crença de que ela se refaz rapidamente é errada. Trata-se de um ecossistema muito complexo e delicado, que ⏩não se recompõe facilmente e muitas vezes nunca mais volta: fica apenas aquele capinzinho.⏪
Para o Projeto Amiga Tartaruga, a vegetação de restinga nas praias é importantíssima, pois 80% dos ninhos de tartarugas marinhas na Costa do Descobrimento, são encontrados bem no meio da salsa. As tartarugas preferem desovar lá, porque os ninhos ficam mais protegidos da ação de ondas e marés.
‼️Se você tem uma área ou negócio à beira da praia, pense nisso: não destrua “sua” restinga‼️
Como cidadão, você pode dar sua opinião nos projetos do Poder Público. Se queremos continuar a ter desovas de tartarugas marinhas em nossas praias – o que, além de ser uma necessidade da natureza, atrai turistas – precisamos ser conscientes e cuidadosos com nossos planos de desenvolvimento econômico.
‼️Vamos construir onde não houver agressão à vegetação de restinga!‼️
Fonte Instituto Rio Itariri

22 maio 2018

Cheiro de mato...

Basta uma boa caminhada por uma mata fechada ou no meio de uma floresta para ter certeza do bem estar e da tranquilidade que os ares e odores do verde nos trazem. Cientistas da escola de medicina Nippon, em Tóquio, confirmaram objetivamente o que nosso corpo nos diz: sentir o cheiro da natureza pode diminuir dramaticamente a pressão do corpo humano e ainda estimular moléculas que combatem doenças diversas como o câncer.

09 outubro 2017

Fotografia em Ubatuba...

A exposição fotográfica “Tesouros da Mata Atlântica”, do fotógrafo Tadeu Fischer, será inaugurada na sexta-feira, 6 de outubro, e permanecerá em exibição até 5 de novembro no Sobradão do Porto (Praça Anchieta, 38 – Centro). A mostra traz 77 imagens em macrofotografia da biodiversidade da Mata Atlântica, com destaque para a fauna e a flora dos estados do Rio de Janeiro (18%), São Paulo (13%) e Paraná (11%). Saiba mais sobre a exposição em: http://fundart.com.br/exposicao-fotografica-tesouros-da-mata-atlantica-traz-reflexao-sobre-biodiversidade-em-ubatuba/

22 setembro 2016

Proteger a árvore...é vida...

A relação entre a floresta e a água
A maneira mais fácil de entender a relação floresta-água é conhecendo o ciclo hidrológico na floresta.
A água de chuva que se precipita sobre uma mata, segue dois caminhos: volta à atmosfera por evapotranspiração ou atinge o solo, através da folhagem ou do tronco das árvores. Na floresta, a interceptação da água acima do solo garante a formação de novas massas atmosféricas úmidas, enquanto a precipitação interna, através dos pingos de água que atravessam a copa e o escoamento pelo tronco, atingem o solo e o seu folhedo. De toda a água que chega ao solo, uma parte tem escoamento superficial, chegando de alguma forma aos cursos d’água ou aos reservatórios de superfície. A outra parte sofre armazenamento temporário por infiltração no solo, podendo ser liberada para a atmosfera através da evapotranspiração, manter-se como água no solo por mais algum tempo ou percolar como água subterrânea. De qualquer forma, a água armazenada no solo que não for evapotranspirada, termina por escoar da floresta paulatinamente, compondo o chamado deflúvio, que alimenta os mananciais hídricos e possibilita os seus usos múltiplos.
Os impactos do desmatamento de uma floresta, traduzem-se em:
- Aumento do escoamento hídrico superficial
- Redução da infiltração da água no solo
- Redução da evapotranspiração
- Aumento da incidência do vento sobre o solo
- Aumento da temperatura
- Redução da fotossíntese
- Ocupação do solo para diferentes usos
- Redução da flora e fauna nativas (BRAGA,1999)
Assim, como efeitos principais neste cenário ambiental de degradação, podem ser facilmente identificados:
- Alteração na qualidade da água, através do aumento da turbidez, da eutrofização e do assoreamento dos corpos d’água
- Alteração do deflúvio, com enchentes nos períodos de chuva e redução na vazão de base quando das estiagens
- Mudanças micro e mesoclimáticas, esta última quando em grandes extensões de florestas
- Mudança na qualidade do ar, em função da redução da fotossíntese e do aumento da erosão eólica
- Redução da biodiversidade, em decorrência da supressão da flora e fauna local
- Poluição hídrica, em função da substituição da floresta por ocupação, em geral inadequada, com atividades agropastoris, urbanas e industriais.
As áreas de acentuada declividade também merecem uma atenção especial na sua proteção com cobertura florestal, em função do risco de erosão e de deslizamentos do solo, acarretando em problemas de aumento de assoreamento nos corpos d’água.
Não é só para o meio rural que a boa relação entre floresta e água é importante. Cada vez mais, e principalmente nas áreas urbanas da zona costeira brasileira, a conservação e recuperação das áreas de proteção dos mananciais hídricos tornam-se essenciais. Nesta região o aumento populacional, com conseqüente incremento no consumo de água e na produção de esgoto e lixo, levam a um eminente colapso na disponibilidade hídrica para abastecimento humano. A poluição e escassez de água decorrentes da ocupação urbana inadequada, são fatores determinantes na degradação da floresta, especialmente no bioma Mata Atlântica. Ao mesmo tempo, o desmatamento em terrenos declivosos e a destruição das várzeas para ocupação urbana desordenada, cria áreas críticas de risco, particularmente para as populações de baixa-renda.

08 dezembro 2015

Pedra do Sino em Ilhabela...

Distribuídas por 130 km de costa, as 42 praias de Ilhabela atraem mais de 400 mil pessoas no verão. Com 83% de área preservada por um parque estadual e muitas cachoeiras, o destino também é perfeito para caminhadas e banhos em meio à Mata Atlântica. Marcado por histórias e lendas de piratas, o mar que cerca o arquipélago é pontilhado por naufrágios, boa parte disponível para mergulhos. E o canal formado entre a ilha e o continente tem os ótimos ventos que originaram o apelido de "Capital Nacional da Vela” para a cidade. 

20 julho 2015

Jaguatirica na Rio-Santos...

Uma jaguatirica foi encontrada ferida na madrugada desta sexta-feira (17) na rodovia Rio-Santos em Ubatuba, no litoral norte de São Paulo.
Elvis Oliveira, que achou o animal, enviou a foto pelo aplicativo Vanguarda Repórter. “A jaguatirica estava na rua porque provavelmente foi atropelada por um carro”, concluiu.

Os moradores se uniram para tirar o felino da rodovia. Ela estava perto da Praia Dura. Elvis contou ainda que depois de alguns minutos, o animal conseguiu se levantar e fugiu pela mata.

05 abril 2013

SOS Mata Atlântica...

Na praça Candido Mota em Caraguatatuba foi montada uma maquete que reproduz um morro desmatado e outro preservado e o que acontece com cada um, durante o período de chuvas fortes. No primeiro, as consequências são o desmoronamento de encostas, alagamentos, assoreamento dos rios, entre outras. No segundo, as raízes das vegetações absorvem a água e a conduzem ao lençol freático, alimentando as nascentes. As explicações são dadas por biólogos monitores da Fundação SOS Mata Atlântica, organizadora do evento.  Faça uma visita, a maquete estará montada até domingo dia 07-03...